Com o fim da era Paulo Prado, ex-Procurador-Geral de Justiça, o Ministério Público Estadual (MPE) evita a todo custo enfrentamento ao chamado crime do colarinho branco, cujo foco principal são operações policiais contra figurões da política mato-grossense, como aconteceu, por exemplo, com o ex-governador, Silval Barbosa.
Segundo fonte da coluna, um grupo de promotores vai emparedar o atual chefão do MPE, Rodrigo Fonseca Costa. Eles querem mudanças e autonomia nos comandos do NACO e Gaeco, braços do MP responsáveis por investigar casos de corrupção envolvendo políticos com foro privilegiado. “A sociedade está nos cobrando nas ruas. O MPE precisa reagir, com urgência!”, confirmou à coluna respeitado promotor de Justiça que pediu reservas.










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